A História

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A Cova da Piedade é uma das terras com maior valor arqueológico industrial, do movimento operário, associativismo popular (muitas e diversas coletividades) e da luta pela liberdade, democracia e direitos humanos.

A Piedade era, nos finais do séc. XIX e início do séc. XX, um dos mais importantes centros industriais do país, com estaleiros navais e fábricas (de cortiça, moagem, cal, conserva de peixe), armazéns oficinas e outras.

A freguesia assiste a um novo crescimento urbano e populacional, a partir dos anos 50/60, devido aos numerosos postos de trabalho oferecidos pela indústria naval (Lisnave) e a construção civil.

A pressão demográfica intensifica-se nos anos 60/70, determinando a descaracterização e o crescimento da mancha urbana que se alastrou em direção a Almada e ao Laranjeiro, fenómeno que se acentuou ainda mais com a construção da ponte sobre o Tejo, que veio tornar mais fácil o acesso à cidade de Lisboa.

A E.B.1 Nº 3 da Cova da Piedade, também conhecida como a Escola dos Caranguejais, tem cerca de 31 anos de existência. No ano letivo de 2003/04 foi integrada no Agrupamento Vertical de Escolas D. António da Costa. É uma escola tipo P3 com dois pisos. À volta da escola existe um espaço de recreio com uma zona pavimentada com calçada portuguesa e outra em terra batida e alcatrão (onde se encontra o campo para a prática de actividade desportiva), onde fica situado o edifício, disponibilizado pela C.M.A., para aí funcionar as Atividades de Tempos Livres desta Escola (atual CAF) e as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC).

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